Evangelista e palestrante motivacional, Nick Vujicic supera-se mais uma vez

Nascido sem braços e sem pernas, Nicholas James Vujicic, ou simplesmente Nick, superou suas deficiências para viver uma vida plena e cheia de fé. Em pouco tempo, tornou-se um exemplo para todas as pessoas que buscam a superação.
Ele é um palestrante motivacional internacionalmente conhecido e autor de livros. A mensagem de Nick é sempre “supere seus limites, não importam as dificuldades que apareçam pelo caminho”.
A trajetória de vida de Nick é um verdadeiro milagre. Nascido em 1982, com uma doença rara, conhecida como Síndrome de Tetra-Amelia, ele não tem braços nem pernas. Desde o início, seus pais ouviram que ele tinha pouca esperança de viver uma vida normal.
Filho de imigrantes sérvios que viviam na Austrália, Nick nasceu em Brisbaine, onde seu pai servia como pastor evangélico. Desde 2007 sua família vive na Califórnia.
Autor do best-seller  “Uma vida sem limites”, que já conta com edição brasileira, ele conta que sofria de depressão quando criança, mas depois de alguns anos ele foi entendendo a sua condição e com uma fé exemplar, passou a rir de sua própria deficiência.
Tarefas simples do cotidiano foram sendo vencidas uma a uma, incluindo escrever, digitar, tocar instrumentos musicais e até mesmo escovar os dentes e usar o banheiro sozinho.
Sua deficiência física o motivou a construí uma confiança nova para ter uma vida produtiva e sem os limites antes intransponíveis. “Por muito tempo me perguntei se haveria no mundo alguém como eu, e se haveria outro propósito para a minha vida além de dor e humilhação”, escreveu ele em seu livro mais famoso.
Mas ele também conta que aos 17 anos começou a dar palestras em um grupo da igreja que frequentava e fundou uma organização sem fins lucrativos para usar sua experiência e ajudar pessoas com o mesmo caso dele. O trabalho cresceu e ele dedicou-se a ajudar a todos que precisam de motivação para enfrentar suas dificuldades. Sempre falando do amor de Deus, Vujicic chegou a ser indicado para o prêmio “Jovem Australiano do Ano”.
Além de ser um palestrante motivacional, ele também faz cruzadas evangelísticas. Formado em comércio Exterior e Planejamento Financeiro, ele tem uma empresa de investimentos no mercado imobiliário e em ações. Seus vídeos são bastante populares na internet. Ele mantém ainda o website  LifeWithoutLimbs.org.
Em seu site, ele deixa uma mensagem edificante: “Eu acredito que se você tem o desejo e a paixão de fazer algo, e se for a vontade de Deus, você vai conseguir isso. Como seres humanos, estamos continuamente colocando limites em nós mesmos sem nenhuma razão para isso! O  pior é colocarmos limites no Deus que pode fazer todas as coisas. Nós queremos colocar o Senhor em uma “caixa”.
O mais impressionante sobre o poder de Deus, é que se queremos fazer algo para Ele, ao invés de olharmos para nossa capacidade, devemos nos concentrar em nossa disponibilidade.  É Deus querendo operar através de nós e não podemos fazer nada sem Ele… Quero alcançar os jovens e mostrar a eles que quando estamos disponíveis, tudo o que Deus deseja que façamos, Ele fará se estivermos dispostos a obedecer”.
Nick venceu mais um desafio dia 10 de fevereiro. Após ter ficado noivo em agosto do ano passado, ele casou com Kanae Miyahara e no momento estão passando sua lua de mel nas praias do Havaí.
Em sua página no Facebook, recebeu milhares de congratulações de pessoas de todo o mundo que mesmo sem o conhecer, admiram seu testemunho de vida. Aos 29 anos, ele calcula que  já ajudou, com suas palestras motivacionais, mais de três milhões de pessoas em 25 países. Ele esteve no Brasil no ano passado para participar da Bienal do Livro, no Rio de Janeiro, onde lançou a edição em português de seu livro.
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Pastor será o novo presidente da Alemanha

Presidente alemão Christian Wulff se demitiu do posto dia 17 de fevereiro, devido a um escândalo de corrupção. Ele negou as acusações, porém acabou saindo do cargo.
O nome de consenso do governo e da oposição para ser o novo presidente do país, que tem um regime parlamentarista, é Joachim Gauck. Ele é um pastor com uma longa história na luta pelos direitos civis na Alemanha. Seu nome foi apontado mesmo depois de ter perdido a disputa contra o democrata-cristão Wulff, em 2010. Na época, o pastor tinha o apoio dos sociais-democratas e do Partido Verde, enquanto Wulff era o candidato do governo, liderado pela primeira-ministra Angela Merkel.
Quando tinha 11 anos, o pai de Gauck foi preso pelas autoridades comunistas e enviado a uma prisão siberiana. Desde então afirma que se tornou um opositor ao comunismo. Quando jovem, queria ser jornalista, mas sua carreira foi abortada quando se recusou a entrar para uma associação de jovens comunistas. Foi então que decidiu estudar teologia. Ordenado em 1965, sempre pautou seu ministério pela valorização do ser humano.
O pastor hoje tem 72 anos, é casado e tem quatro filhos. Ele esteve ligado durante muitos anos na luta pela reunificação da Alemanha, após a ditadura comunista no lado oriental. Em 1989, pouco antes da queda do comunismo na Alemanha, Gauck surgiu como o porta-voz do Novo Fórum, o primeiro movimento legal de oposição ao regime na Alemanha Comunista. Em 1990, ele recusou uma oferta dos conservadores para se tornar presidente.
Tornou-se diretor dos arquivos da polícia política, a STASI, em 3 de outubro de 1990, dia oficial da reunificação da Alemanha. Ficou no cargo até 2000, tendo se tornado uma das figuras mais fortes na luta pela reunificação das duas Alemanhas, mas até então nunca aceitou convites para ocupar cargos políticos.
Gauck já foi chamado de “a versão alemã de Nelson Mandela”. Foi um dos principais líderes do movimento de pastores protestantes que lutaram durante anos para derrubar o regime comunista no país. Entre outras coisas, eles ficaram conhecidos por expor os crimes da temida polícia secreta da Alemanha Oriental.
“As questões centrais na vida pública de Joachim Gauk têm sido a liberdade e a responsabilidade. É isso que me liga a ele pessoalmente, apesar das nossas diferenças”, disse Angela Merkel aos repórteres durante a coletiva neste domingo (19).
“Não vamos esquecer que foram sacerdotes como Joachim Gauck que ajudaram a fazer uma revolução pacífica na Alemanha Oriental”, acrescentou Merkel, que é filha de um pastor protestante.
Ele estava ao lado de Merkel durante o anúncio e ressaltou que não é um “super-homem” nem um “homem sem erros”. Curiosamente, Gauck não está filiado a nenhum partido político, descrevendo-se como “um conservador de esquerda, um liberal”.
Autor de muitos livros que tratavam do tema direitos humanos, está lançando hoje sua nova obra “Liberdade – Um apelo”, justamente quando sua candidatura foi oficializada.
Gauck não terá opositores na eleição realizada por votos indiretos na Convenção Federal. Participam todos os membros do Bundestag, bem como os delegados escolhidos pelas assembleias legislativas dos Estados. O pleito ocorrerá dia 18 de março.
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Pastor abandona púlpito de megaigreja e vira “sem teto”

O pastor Thomas Keinath, da megaigreja Calvary Temple, localizada em Wayne, New Jersey, abandonou o púlpito de sua congregação, que reúne mais de 2000 pessoas a cada domingo. A Calvary fica em um bairro rico da cidade e o pastor surpreendeu a todos quando anunciou que passaria a morar nas ruas como um “sem teto”.
Podendo escolher entre tirar uns dias pra ficar com a família ou participar de alguma conferência eclesiástica, ele passou uma semana de suas férias vivendo entre os sem-teto e mendigos de Paterson, cidade vizinha de Wayne.
Durante o dia, ele podia ser visto vagando pela cidade, parecendo apenas mais um homem sem ter para onde ir. À noite, ele se juntava a outros moradores das ruas, fazendo fogo em tonéis para manter-se aquecido enquanto as temperaturas caíam drasticamente. Várias noites ele dormiu rodeado de lixo sob o viaduto de uma estrada interestadual. Ele passou a escrever “mini-biografias”, das cerca de 50 pessoas que conheceu, para poder lembrar-se delas e de suas histórias de vida.
Por que ele fez tudo isso? Para o pastor, a explicação é simples: “Eu precisava entender o que eles estavam passando, eu precisava sentir a sua dor. Como eu poderia levar ajuda ou cura para as ruas se eu não sabia quais são as necessidades dessas pessoas?”
O pastor Keinath passou sete dias e sete noites nas ruas e agora sabe como essas pessoas pensam e a opinião que elas têm sobre as igrejas. Durante essa “semana de férias” em que viveu  na rua, teve a oportunidade de pregar e orar pelas pessoas. Ele calcula que chegou a ter cerca de 75 ouvintes nas reuniões feitas na rua. “Não havia uma pessoa sequer , seja sem teto  ou toxicodependente, que abertamente rejeitou a esperança que eu estava tentando oferecer”, disse.
Por isso, o pastor pretende mobilizar sua igreja e as outras da cidade a não olhar mais para os sem teto com uma atitude do tipo “tome um pouco de dinheiro ou comida e não me perturbe mais”. Thomas Keinath organizou em janeiro  uma vigília de oração com outros pastores no parque Barbour Park, em Paterson. O tema foi “reconstruindo os muros e restaurando nossas ruas.”
“As pessoas têm de saber que vocês [cristãos] realmente se preocupam com elas. Isso é parte do que somos como crentes no Senhor. Minha identificação com eles derrubou muitas barreiras”, disse Keinath, que já pregou em 21 nações e entende esse como seu maior desafio.
Desde que voltou ao púlpito da Calvary, as vans da igreja estão buscando e levando os sem-teto que desejam participar dos cultos de domingos. Mas isso é apenas o começo do que o pastor está chamando de “solução a longo prazo”, que inclui a construção de um centro patrocinado pela igreja que pretende “abrigar os sem-teto ao mesmo tempo ajudá-los a recuperar-se, inclusive dos vícios em álcool ou drogas”.
Segundo Keinath, que afirma ter apoio total dos membros, a Calvary está seguindo o exemplo dado pelos cristãos de Cesaréia. No início do quarto século, a cidade foi atingida por uma praga. Enquanto todo mundo estava fugindo da cidade, os cristãos ficaram para cuidar dos doentes e moribundos.
Na ocasião, o historiador da igreja Eusébio escreveu: “Durante todo o dia, alguns cristãos cuidam dos moribundos e enterram os mortos. Há um número incontável de pessoas pelas ruas que não tem quem cuide delas. Enquanto isso, outros cristãos se encarregaram de alimentar os famintos”.
“Eu sinto”, explica o pastor, “como se Deus estivesse dizendo: Voltem para suas raízes. Volte para onde as pessoas estão sofrendo hoje”.
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Governo do Irã confisca Bíblias e destrói igrejas declarando guerra ao cristianismo

Mais de 6.500 Bíblias foram confiscadas, sites foram fechados e igrejas foram destruídas por autoridades iranianas em uma ofensiva do governo contra o crescimento do cristianismo no país.
Segundo a agência oficial de notícias Mehr, a ação se justifica por que “os missionários cristãos têm feito uma campanha milionária, com publicidade enganosa para que a opinião pública e a juventude se afastem dos ensinamentos do Islã”.
O aiatolá Hadi Jahangosha manifestou sua preocupação com a “expansão do cristianismo entre os jovens”, e culpou os meios eletrônicos de comunicação e a facilidade de acesso a literatura cristão pela expansão: “É responsabilidade de todos os cidadãos do Irã que façam algo sobre isso e cumpram seu papel na difusão do Islã puro, lutando contra as culturas falsas e distorcidas do Ocidente” disse o líder islâmico.
Segundo a agência cristã iraniana Mohabat News, um assessor do comitê de assuntos sociais do Parlamento do Irã confirmou que a maioria das milhares de Bíblias confiscadas veio das cidades de Zanjan e Abhar, Estado de Zanjan.
“O importante neste assunto é que a polícia, os juízes e os líderes religiosos devem estar cientes que os cristãos estão se fortalecendo para enfrentar o Islã, caso contrário, qual o sentido de terem produzido este grande número de Bíblias?” disse um representante do governo sobre as Bíblias confiscadas, que segundo ele “foram produzidas com uma melhor qualidade de papel, em tamanho de livro de bolso.”
Além do confisco de Bíblias o temor dos líderes cristãos no país é de que o governo destrua igrejas no país como aconteceu na cidade de Kerman onde uma das principais igrejas foi destruída por autoridades locais.
Além do confisco de Bíblias, o que preocupa a liderança cristã no país é a destruição de igrejas, como aconteceu na cidade de Kerman, onde uma das principais igrejas da cidade foi destruída por autoridades islâmicas locais. A liderança afirma também que o governo Mahmoud Ahmadinejad está preocupado com o grande número de muçulmanos que estão se convertendo ao cristianismo. Segundo eles o país já tem pelo menos 100.000 cristãos.
Outro alvo de ataque do regime iraniano são os sites em língua persa com conteúdo cristão, entre eles a agência Mohabat News. Muitos sites foram tirados do ar com ataques que sobrecarregam os servidores, um tipo de ataque cibernético, conhecido como DDoS, que está se tornando muito comum para retirar sites do ar.
E o governo não se preocupa em esconder seus atos, o Ministério da Segurança do Irã anuncia ter eliminado uma rede de Internet que, segundo as autoridades, “fazia propaganda antirreligiosa no ciberespaço”. O ministério anunciou também a prisão de várias pessoas envolvidas com esses sites e criou um comitê regulatório para monitorar os usuários de internet no país.
Fonte: Gospel+
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Chrislam: Entenda o movimento que mistura cristianismo com islamismo

Chrislam é um movimento religioso que está ganhando força nos Estados Unidos. Ele tem como base a mistura de tradições e adoção de livros sagrados de duas religiões: o cristianismo e o islamismo.
O movimento de sincretismo religioso que mistura elementos das duas religiões começou na Nigéria na década de 1980 com um homem chamado Tela Tella que afirma ter sido visitado por um anjo que lhe incumbiu dessa missão. E vem ganhando força e espaço na América do norte após os atentados terroristas de 11 de setembro.
“Chrislam, como o nome sugere, é um movimento crescente em que alguns cristãos estão tentando encontrar um terreno comum com os muçulmanos”, explica o teólogo Bill Muehlenberg.
No início desse ano comunidades cristãs, que aderiram a essa “Aliança interconfessional”, em estados como Dallas, Chicago e Washington DC estão colocando o Alcorão ao lado da Bíblia em seu templos, e houveram também pregações sobre o profeta Maomé.
De acordo com o Christian Post, os adeptos desse movimento sincretista defendem a existência de pontos em comum entre as tradições religiosas, um exemplo são as 25 menções feitas a Jesus no Alcorão e ensinamentos comuns sobre ética e moral. Eles acreditam que ao se unirem em torno desses pontos comuns estão formando uma espada espiritual contra o ateísmo e o politeísmo que, segundo eles, são os motivos do conflito moral do Ocidente.
Porém muitos cristãos tem rejeitado essa união religiosa e ressaltam as incompatibilidades ideológicas das duas crenças. O pastor sênior da Igreja Cornerstone em Highland (Michigan), Tim Forsthoff fala sobre essa incompatibilidade: “Nós não somos irmãos daqueles que rejeitam a Cristo. Nós não somos parte da família de Deus com aqueles que negam a morte e ressurreição de Jesus Cristo”.
“As pessoas têm sido levados a acreditar que todas as culturas são iguais, que todas as religiões são iguais. O primeiro erro é abraçar as diferentes culturas “, disse o professor e jornalista Paul Williams que aponta o multiculturalismo como estopim para a propagação do “Chrislam”. Willians fala também que em muitos lugares dos Estado Unidos falar contra a diversidade já é visto com maus olhos. Ele completa dizendo que o que realmente está acontecendo é que “[Muçulmanos] estão entrando e convertendo os cristãos”.
Em outros lugares do mundo o movimento também está ganhando força. Uma frase escrita no site do Comitê de Diálogo Nacional Islâmico-Cristão no Líbano sintetiza a filosofia: “Nós somos irmãos, somos uma família de Deus. Nenhum de nós é melhor do que o outro em seus olhos. Ele nos ama tanto. O futuro só pode ser ganho contra o mal por todos nós em pé, fortes e juntos”.
Na Austrália, o grupo islâmico “MyPeace” conduziu uma campanha publicitária defendendo a inter-relação entre cristãos e muçulmanos. Nessa campanha foram espalhados cartazes pela cidade de Sidney com os dizeres “Jesus: um profeta do Islã”.
A principal bandeira levantada pelos fiéis “híbridos” é “Por que não nos dar bem, ao ressaltar as diferenças, quando podemos simplesmente… nos tornar um?”.
Fonte: Gospel+
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Primeiro batismo em uma penitenciária de segurança máxima tem 35 batizados

Aconteceu nessa terça feira (29) a primeira cerimônia de batismo realizada dentro de uma penitenciária de segurança máxima no Brasil. 35 detentos foram batizados na cerimônia que aconteceu no Centro de Recuperação do Pará III, no município de Santa Isabel (PA).
De acordo com a Agência Pará, o batismo é resultado de um trabalho evangelístico realizado desde 2009 pela organização não governamental (ONG) 100% Liberdade. A parceria entre a Superintendência do Sistema Penitenciário (Susipe) e as igrejas Assembleia de Deus, Deus é Amor e Igreja do Evangelho Quadrangular tem levado dezenas de internos das penitenciárias a se converterem à religião evangélica.
Representantes das igrejas participantes visitam os internos dos estabelecimentos prisionais uma vez por semana para pregar o Evangelho e realizar um trabalho de ressocialização.
“Ainda que vocês estejam privados de liberdade, a partir de hoje estão libertos pela presença poderosa de Cristo”, disse aos reclusos o pastor Adelson Martins que conduziu a celebração de batismo. O pastor disse também aos internos que o batismo significa “nascer para uma nova vida”, ele explicou que o rito simboliza uma atitude de mudança.
Alguns dos internos que foram batizados falaram sobre sua conversão: “Estava em liberdade, mas estava preso pela vaidade, poder e dinheiro. Foi preciso acontecer tudo isso comigo para eu conhecer o caminho que leva à boa fama”, disse João Batista Ferreira Bastos. Outro interno, Sidney Carlos da Silva, falou da importância do acesso à religião para a pessoa privada de liberdade: “O batismo representa o resultado de sucesso do trabalho de reinserção social e o apoio que a direção da casa penal tem garantido”.
O diretor do centro de recuperação, Janderson Paixão, ressaltou a importância da religião na ressocialização do detento e afirmou que, entre os elementos previstos na Lei de Execução Penal Brasileira, a assistência religiosa é o que mais ajuda nesse processo. Ele ressalta também que o desafio como gestor é trabalhar concomitantemente a educação e o trabalho, aliados à religião. O diretor completou falando da importância da nova postura de vida desses internos na segurança da penitenciária: “É o marco de uma nova história. Cada interno firmou um compromisso com Deus para ser multiplicador de um novo testemunho. A ajuda dos detentos será fundamental para aliviar a tensão no cárcere”.
Fonte: Gospel+
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Em polêmica decisão, igreja proíbe que casais inter-raciais participem de cultos

Uma Igreja Batista da cidade de Pike Town, no estado de Kentucky, Estados Unidos proibiu casais inter-raciais de desempenharem funções durante os cultos e resolveu bani-los de sua membresia.
A polêmica decisão foi tomada após uma jovem, frequentadora da igreja desde a infância, iniciar um relacionamento com um africano, que conheceu na faculdade em que faz seu mestrado, no estado de Indiana.
Segundo o The Blaze, Stella Harville, 24 anos de idade iniciou um relacionamento com Ticha Chikuni, nascido no Zimbábue, e o casal era tido por todos como exemplo, pois sempre participavam dos cultos, tocando e cantando. O caso teve repercussão no telejornal local.
O pai de Stella, Dean Harville, é membro de longa data da Igreja Batista Livre Arbítrio e secretário da administração da igreja. Ele foi procurado pelo então pastor da Melvin Thompson, que afirmou que não permitiria mais que sua filha e seu namorado voltassem a participar dos cultos, apresentando louvores ou qualquer outra atividade. Porém, Thompson precisou se afastar das funções de pastor por problemas de saúde.
O novo pastor, Stacy Steep, procurou o casal e informou que se eles desejassem, poderiam voltar a tocar e cantar na igreja. No entanto, uma nova e inesperada reviravolta no caso fez com que as coisas voltassem a ficar complicadas para o casal. Ainda utilizando sua influência entre os demais membros da igreja, o pastor afastado Thompson incentivou que a regra de proibir casais de raças diferentes, como no caso de Stella e Chikuni, fosse votada em assembleia, para que não pudesse mais ser alterada.
A decisão foi apertada: 9 votaram a favor da proposta, e 6 foram contrários. Os demais membros presentes se abstiveram de votar. No comunicado, a Igreja Batista Livre Arbítrio afirmou que “não tolera o casamento inter-racial. Cônjuges nessas condições não serão recebidos como membros, nem poderão desempenhar funções em cultos ou em outros departamentos da igreja, com a exceção de funerais. Todos são bem-vindos às reuniões e cultos de adoração pública. Esta recomendação não se destina a julgar a salvação de ninguém, mas se destina a promover uma maior unidade entre o corpo da igreja e da comunidade que servimos”.
O pai de Stella afirmou que a decisão tomada pela igreja era claramente racista, e não possui respaldo bíblico: “Com certeza, essa decisão não é cristã. Não é nada, além do velho trabalho do diabo”, afirmou Dean.
O ex-pastor Thomson diz que a proposta foi colocada fora de contexto e se recusou a falar mais sobre o assunto. Stella, revoltada, garante que não voltará à Igreja Batista Livre Arbítrio: “Essa é apenas uma caricatura do cristianismo. Eles cruzaram a linha de revogar meu noivo e meu direito de culto em um lugar público. Dói ainda mais porque frequentei essa igreja desde que eu era um bebê”.
Os pais de Stella pretendem solicitar que a decisão seja revista, e se nada for feito, garantiram que procurarão um novo local para congregarem.
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Membros de igreja se privam de refeições para alimentar crianças do Quênia

Em campanha para conscientização sobre a falta de alimentos no mundo, membros de uma igreja em Ohio (EUA) estão se privando de uma alimentação mais completa para arrecadar dinheiro e enviar a escolas de crianças carentes do Quênia.
Liderados pelo Rev. Tony Myles, mais de 50 membros da Connection Church estão comendo apenas arroz e feijão durante cinco dias para economizar dinheiro que será enviado para o país africano.
Em entrevista ao Akrons Beacon Journal, o rev. Myles falou sobre a campanha da igreja: “Isso definitivamente mexe com o seu sistema digestivo. Mas nos ajuda a compreender o que significa viver sacrificialmente”.
“Quando eu sento e oro antes de cada refeição, encontro-me mais grato, porque enquanto eu estou fazendo isso por escolha, as crianças em países do terceiro mundo nem sempre sabem quando, ou se, sua próxima refeição está chegando”, completou o pastor da Connection Church.
De acordo com a CBN a missionária do Gospel Harvest Ministries, Cathy Perman, falou recentemente à igreja sobre como é a vida das crianças nas escolas quenianas: “As necessidades não são muito maiores do que os recursos que eles têm. Sem o apoio de igrejas como a de Connection, não haveria uma escola para ajudar as crianças”. Em seu relato a missionária contou também que “muitas das crianças quando chegaram pela primeiramente à escola, estavam tendo vários problemas de estômago. E em conversa com seus pais, o bispo descobriu que era porque eles não estavam acostumados a comer, às vezes, ficavam três dias sem comida”.
É o segundo ano que a igreja faz esse desafio, que no ano passado arrecadou US$1.000 que foram enviado a uma escola em Nairóbi.
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Teólogo católico afirma: Deus não condena ninguém. Nem mesmo Hitler

O teólogo católico Andrés Torres Queiruga, deu uma entrevista polêmica na qual afirma, entre outras coisas, que Deus não condenará ninguém ao inferno, nem mesmo Hitler. Queiruga é acusado pelo clero conservador de heresia por defender a teologia da libertação e o universalismo, ou seja, a salvação final de todas as pessoas, indistintamente.
O teólogo começa a entrevista dada ao jornalista José Manuel Vidal, publicada no site Religion Digital, reconhecendo “que até agora as pessoas se arranjaram bastante bem, com a antiga lógica com que se pensava o mal”. Segundo ele “hoje nos damos conta de que dizer que Deus é onipotente, bom, que nos quer infinitamente e que poderia acabar com o mal no mundo, torná-lo perfeito… mas que não quer, é uma contradição”.
Queiruga diz acreditar que Deus não acaba com mal presente no mundo por não ser capaz de fazer tal coisa: “Se eu pensasse que Deus eliminaria todo o mal do mundo sem que custasse trabalho nenhum, e não o fizesse não poderia afirmá-lo.”
O teólogo fala também sobre o inferno, ele diz acreditar que o inferno não é uma forma de condenação, mas a vida humana sendo arruinada pelo mal usa da liberdade pelo próprio homem: “O inferno, o transfundo do inferno, nos fala de que a vida humana pode se arruinar. Não porque Deus a castigue, mas porque nós, usando mal a nossa liberdade, não acolhendo o amor salvador de Deus, podemos estragar a nossa vida”.
O entrevistador perguntou a Queiruga se Deus condena alguém, e ele foi categórico ao afirmar que não, e que segundo suas teorias Deus não condena nem mesmo a Hitler: “Deus não sabe, nem pode, nem quer fazer outra coisa que não seja amar. Nele não há mais que amor e salvação. De Deus só nos chega salvação: Deus não castiga. Nós podemos nos negar a acolher seu amor, mas pensar que Deus nos castiga, apesar das frases da Bíblia, que devem ser entendidas como formas de se expressar, é um erro”.
Quando indagado sobre sua teoria de que o inferno não existe como lugar de condenação ele responde: “Para mim o inferno é a perda eterna de possibilidades, plenitude e felicidade”.
Para explicar seus conceitos sobre salvação, o teólogo espanhol usa Hitler como exemplo: “Pensemos em uma pessoa que morre. Em um Hitler, mesmo que não goste de falar em nomes próprios porque não temos o direito de julgar… está claro que tem toda uma parte, alguns aspectos, algumas capacidades em seu ser que o fecharam para Deus, por egoísmo, por agarrar-se ao mal. Nessa medida, Deus não pode salvá-lo. Mas, na medida em que esta pessoa mantém bondade, desejo de felicidade, luz… nessa medida, como Deus não quer outra coisa, o salvará.
Sobre os textos bíblicos que apontam para a existência do inferno e possiblidade de condenação, o teólogo compara Deus a uma mãe educando seu filho: “Um exemplo que gosto de dar é a situação de estar caminhando pela rua e ver uma mãe que diz ao seu filho: “Se fizeres isso te mato!”. Não tomemos a frase ao pé da letra, porque a preocupação da mãe não é matar o filho, mas evitar um dano” e completa: “Quanto tempo a Teologia necessitará para compreender que as ameaças divinas que aparecem na Bíblia não são mais que a preocupação do amor de Deus?”
Queiruga encerra a entrevista dizendo: “Eu quero ser um bom teólogo”.
Fonte: Gospel+
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Políticos evangélicos comentam sobre simulação de ato de sexual gay em Parada LGBT ao som de hino gospel: “É um ato imoral”

A performance do cabeleireiro carioca Carlos Duarte, 56 anos, fotografado durante a Parada Gay do Acre, em ato obsceno com outro homem, simulando a prática de sexo oral foi assunto na Assembleia Legislativa do Acre nessa terça feira (22).
“Quando temos órgãos masculinos sendo expostos, pessoas expondo seus seios, isso é crime. Eu não concordo com isso. Essa imagem me estarreceu. Existiram exageros premeditados”, afirmou o deputado evangélico Jamyl Asfury (DEM), que foi o primeiro a ocupar a tribuna da Assembleia para criticar o “ato obsceno”, que ganhou repercussão nacional após a publicação de fotos nas redes sociais. Ele também lamentou que a música gospel “Faz um milagre em Mim”, tenha sido tocada durante o evento.
“Compete ao Estado reprimir aquele tipo de manifestação. Nós temos um símbolo para nós, que é um hino, e ele foi profanado. Um dia, um líder religioso foi condenado à prisão porque chutou a imagem de uma santa. Não basta pedir perdão, tem que ser punido” disse Asfury.
De acordo com o Terra Magazine, outro evangélico, o deputado Astério Moreira (PRP), disse que o cabeleireiro devia ter procurado um motel “para fazer aquilo”. “O governo não pode continuar usando dinheiro público para patrocinar um evento que agride às famílias” afirmou Moreira, que é da base governista.
Outro deputado a se pronuncia foi Eduardo Farias (PCdoB), ele contou que costuma participar da Parada Gay do Acre na companhia da mulher e do filho, mas também criticou a performance do cabeleireiro: “O que vimos não representa aquilo que se pretendia com a Semana da Diversidade. Esse tipo de ato não constrói nada e joga contra. O que aconteceu não representa a ideia de quem defende diversidade, tolerância, sociedade solidária. Crime como aquele nós não podemos tolerar” afirmou Farias.
Outro evangélico a se pronunciar foi o deputado Gerado Pereira, líder do PT: “Temos que respeitar os direitos individuais das pessoas e reconhecer que são fatos isolados. Ninguém é obrigado a ir para o céu. Ir para o céu é opcional. Mas os direitos individuais, que regem a sociedade, nós temos que garantir”, ele ponderou que a polêmica é decorrente da atitude irresponsável de duas pessoas que participavam da manifestação e que agrediram a sociedade.
Fonte: Gospel+
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