Cantora mirim se recusa a cantar música secular em programa de TV e vira destaque na internet

O Programa Raul Gil, famoso por dar espaço a novos talentos, foi palco para uma cena inusitada: a cantora mirim Milena, que é cristã, se recusou a cantar e dançar a música “Rebolation” do grupo de axé Parangolé.
No vídeo, o apresentador pede à menina que cante a música junto às outras artistas mirins que estão no palco. “Essa eu não posso. Não é de Jesus. Sabe o que eu posso cantar Raul Gil? Eu só canto música gospel”, afirma Milena, para delírio do auditório.
Raul Gil ainda tentou convencer a menina, convidando uma dançarina, porém, ao ver a cena, Milena permanece irredutível: “Olha como ela rebola”. Quando a dançarina inicia a coreografia, Milena se desespera: “Não, ela vai ser castigada!”. A dançarina sorri e pede a Milena que ore por sua vida: “ore pela minha vida, Papai do céu cuida de todos nós. O rebolation não tem nenhum problema não, é só divertimento, curtição”. Para que a menina não fique tão impressionada, Raul Gil encerra o episódio: “não fique triste, fique feliz, ela vai pro céu”.
Segundo o site AdonaiNews, as músicas de duplo sentido atraem as crianças por suas coreografias. Porém, mesmo sem saber, as crianças acabam sendo encaminhadas para uma iniciação sexual precoce. Psicopedagogos e psicólogos já se manifestaram contra esse tipo de música para criaças, por serem inadequadas.
Fernanda Petrucci, 28 anos, tem um filho na mesma idade de Milena e o convenceu de que ele não deve músicas de duplo sentido. “Acho que esse tipo de letra acaba influenciando as crianças a coisas erradas, até a falar errado pra ser mais precisa. Quando digo coisas erradas, são músicas com apologia ao mau-caratismo, a não trabalhar, a exposição ao sexo, essas coisas”, afirma Fernanda.
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Jovens acham igreja um lugar ‘pouco amigável’

Uma pesquisa realizada pelo Grupo Barna, revelou que 59% dos jovens cristãos, a grande parte deles, abandonam a igreja definitivamente ou por um longo período de tempo depois dos 15 anos de idade.
Pesquisadores do estudo feito com 1.296 jovens que são ou já pertenceram à igreja disseram que vê a instituição religiosa como um ambiente ‘pouco amigável’ e com muitos julgamentos, de acordo com o site Cristianos. A enquete também mostra que entre os que têm a idade de 18 a 29 anos, jovens dizem que “os cristãos demonizam tudo que está fora da igreja”, e um terço, acha que “ir à igreja é chato”.
A pesquisa foi o resultado de um trabalho de cinco anos publicada no livro “You Lost Me: Why Young Christians are Leaving Church and Rethinking Faith” ( Por que os jovens cristãos estão abandonando a igreja e repensando a fé, em português), escrito por David Kinnaman, o atual presidente do Grupo Barna.
Uma das causas que vêm afastando os jovens da igreja é o confronto entre as doutrinas religiosas e a vida sexual que eles levam. Um em cada seis jovens Cristãos dizem que “cometeram erros e sentiram-se julgados pela igreja por causa deles”.
Entre as principais causas de afastamento da igreja, foram identificados casos como: atitudes de superproteção e exclusividade da igreja; experiência cristã superficial; visão contrária à ciência; lugar onde o sexo é visto como errado; a discriminação de outras denominações e espiritualidade e a dureza com que a igreja trata quem não tem a mesma doutrina que ela ensina.
Esse é um fato que requer providências imediatas, porque atualmente os jovens têm saído de suas casas mais cedo para estudar, trabalhar e até casar e terem filhos antes de completar 30 anos.
As igrejas não estão aptas para lidar com o ‘novo padrão’ que vigora no mundo, diz Kinnarman. “No entanto, o mundo está mudando de maneira significativa, como um acesso cada vez maior ao mundo e a diversas ideologias, em especial por conta da tecnologia, fazendo crescer seu ceticismo em relação a figuras externas de autoridade, incluindo o cristianismo e a Bíblia”, concluiu.
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Cristã é presa em contêiner por não negar sua fé em Cristo

A cantora cristã Helen Berhane, de Mai Serwa, na Eritreia foi presa por dois anos em contêiner de metal depois de ser terrivelmente espancada porque não quis assinar um documento negando sua fé em Jesus, e agora ela vem ao Brasil para contar tudo o que aconteceu e relatar ao país sobre as atrocidades do governo da Eritreia.
Helen sempre foi ativa e preocupada com o desenvolvimento do seu país e acreditava que pudesse ter liberdade religiosa garantida pela nova Constituição da Eritreia, que se tornou oficialmente independente em 1993.
Ela ficou confinada desumanamente dentro de um contêiner no deserto, onde a temperatura é sufocante durante o dia e extremamente fria a noite, mas Helen continuou firme e ativa em suas convicções pessoais, o que lhe rendeu várias agressões, até que a pior delas a levou para o hospital depois de ser considerada morta pelos guardas.
Segundo Helen, no seu livro Canção da Liberdade, publicado neste mês de outubro, diz que conseguiu embarcar para o Sudão, de maneira milagrosa, já que não havia condições físicas de tentar escapar pela fronteira por causa dos ferimentos da perna causado pelas torturas físicas que teve.
Em outubro, a cantora virá no Brasil a convite da Organização Portas Abertas Brasil para explicar todas as covardias que enfrentou e para alertar a população brasileira sobre a realidade do seu país.
Acredita-se que aproximadamente 3 mil prisioneiros ainda estejam nessas condições e que cerca de 2 mil deles sejam cristãos.
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Fé pode alterar situação social, diz pesquisa

A religião possui um papel importantíssimo no modo como as pessoas lidam com as dificuldades econômicas do país, buscando soluções para sua vida. Foi o que mostrou uma pesquisa publicada nesta semana nos Estados Unidos pela Baylor University, de tradição Batista, em uma reunião da Associação de Jornalistas de Religião.
Os norte-americanos acreditam que Deus tem planos para sua vida e são contra os subsídios de desemprego para pessoas sem necessidades especiais.
O diretor da pesquisa e professor de Sociologia da Baylor, F. Carson Mencken, diz que “nos últimos três anos, os norte-americanos sofreram com uma enorme crise financeira e imobiliária, recessão e desemprego. A missão dessa análise é avaliar o que eles sentem sobre sua vida nestes tempos tumultuados. Será que ainda acreditam no sonho americano? Será que sentem que têm controle sobre sua vida?”.
Dos 1.714 entrevistados pela universidade, 40,9% disseram concordar totalmente que Deus tem planos para sua vida, no entanto, 32,2% só disseram “concordo”; 12,3% discordaram e 14,6% afirmaram discordar totalmente.
A diferença entre os que acreditam totalmente num plano divino e aqueles que igualmente discordam, em se tratando das regras para o seguro –desemprego é de 52,6% contra 21,1% dos entrevistados.
A pesquisa também relatou que pessoas incrédulas quanto à provisão de Deus, têm renda superior. Dados ainda mostram o nível de educação e crença religiosa nas pesquisas feitas pela Universidade: enquanto 42,6% dos descrentes tinham diploma universitário, só 32,8% dos crentes tem o nível superior.
A pesquisa de Baylor foi realizada num debate entre os evangélicos norte-americanos, onde foram levantadas discussões sobre o chamado “sacrifício compartilhado” retirado do livro de Mateus 25:45. Enquanto outros defendem o “evangelho da prosperidade”, acreditando que Deus dará a vitória financeira para todos que nele creem.
Fonte: AG Pavanews
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Novelas alteram valores, afirma psicóloga

 Drª Rosane Regis Ouverney, evangélica e psicóloga especialista em terapia de família, psicopedagogia, psicomotricidade e sexualidade humana, em entrevista ao Verdade Gospel, fala da importância das novelas na construção da cultura social e não só pelo aspecto moral e religioso, como também educativo.
Rosane destacou que o telespectador se projeta nos personagens como meio de buscar uma realização interior, mesmo que esta seja uma ação inconsciente: “Pesquisas indicam que em nosso país nenhuma outra programação da TV consegue passar dos 40 pontos de audiência. Este fenômeno não é tão somente resultado da engenhosidade imaginativa de seus autores. Estudos indicam que o ser humano tem necessidade de sair do seu cotidiano. De se transportar para um lugar onde seus desejos se realizem, principalmente onde tudo possa acabar bem no final, um lugar mágico. Entretanto para que aconteça uma identificação é preciso que tal enredo, obra, contenha aspectos reconhecidos como da realidade das pessoas, alguns dos seus conflitos e aspirações, com uma linguagem facilmente compreendida”.
“De acordo com seus interesses, cria certos valores, signos diferenciados e podemos mesmo afirmar, produz uma nova realidade. É justamente neste ponto que reconhecemos sua capacidade nociva, isto é, quando seus interesses não estão alinhados com valores até então existentes. Diariamente milhares de lares são invadidos com mensagens diretas e subliminares das telenovelas. Estas, sem qualquer tipo de avaliação, acabam por ditar novos comportamentos, alterando valores e costumes sem nenhuma preocupação do impacto sobre a sociedade. Isto tem que ser alvo de preocupação de pais e educadores!”, alertou Ouverney, enfatizando a capacidade da novela em distorcer conceitos e valores de maneira dissimulada.
Ela cita a Teoria da Aprendizagem Observacional de Albert Bandura, psicólogo canadense, para mostrar que os seres humanos aprendem por imitação, inspirado em modelos de comportamento fornecido por outros indivíduos. E garantiu que é por este meio de aprendizagem que novos tipos de padrões de comportamento são incorporados e antigos são transformados ou substituídos.
Drª Rosane se mostra muito preocupada com a leviandade com que as novelas abordam determinados assuntos, alterando a consciência coletiva e propondo a construção de novos sentidos: “As novelas apresentam comportamentos inadequados e permissivos, sem apontar suas consequências negativas. Por exemplo, a separação conjugal na novela é tratada como uma solução à infelicidade do casal. A amante é a heroína, nunca a vilã. A sexualidade, seja em quaisquer das suas manifestações, inclusive patológicas, é apresentada sem nenhum contra ponto. As pessoas transam, mas não engravidam, não contraem AIDS, e se isto acontece, o final sempre será feliz e tudo irá se resolver, num passe de mágica”.
Experiente no assunto, Ouverney nos convida a refletir e faz um apelo: “Silenciosamente valores estão sendo quebrados. Sem que se perceba, milhares de jovens e crianças estão substituindo os modelos familiares, por heróis equivocados dos folhetins de autores cujas vidas, na sua grande maioria, não servem de exemplo. Precisamos rever nosso posicionamento enquanto cristãos, diante do momento que atravessa a sociedade brasileira. Não podemos nos calar, muito menos participar de tal estatística. Se combatemos o pecado e as hostes espirituais, torna-se incoerente que venhamos a nos divertir com aquilo que é o objeto da nossa luta, o pecado”, desabafou.
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Ministro egípcio renuncia após protestos de cristãos

O Vice-primeiro- Ministro do Egito, Hazem Beblawi, renunciou o cargo na presença do chefe do governo egípcio, Essam Sharaf, nesta terça-feira, após os protestos feitos pelos cristãos.

Segundo fontes da Agência oficial egípcia Mena, sua saída foi por duas razões: primeiro pelo Partido Egípcio Democrático e Social e também pela atuação do Executivo na crise com os cristãos coptas.
Militares e cristãos se enfrentaram deixando pelo menos 25 mortos e mais de 300 feridos neste domingo. Aproximadamente 2 mil manifestantes se reuniram em frente à radiotelevisão pública egípcia protestando contra a queima de uma igreja copta na Província de Aswan, no sul do país, no mês passado.
A renúncia de Beblawi se deu enquanto os membros da comunidade cristã copta iniciaram três dias de jejuns em luto pelos mortos.
Os coptas representam 10% do total da população egípcia e reclamam contra o conselho militar de não serem ágeis em punir os islâmicos radicais que atacaram suas igrejas.
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Presbiteriana do Brasil esclarece polêmica do pastor gay

- Por Marcos Melo -

Após a Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos ordenar um pastor gay, o reverendo Roberto Brasileiro Silva, presidente da Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB), disse ao Verdade Gospel nesta segunda-feira que não há nenhum relacionamento entre a IPB e a Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos.
Ele afirmou também que a IPB é contra o casamento de pessoas do mesmo sexo e que considera o homossexualismo pecado.
Entenda melhor o caso
A Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos acolheu de volta um pastor que teve de renunciar ao cargo por ser gay, de acordo com informações da agência de notícias Associated Press.
Depois de 20 anos afastado, o pastor Scott Anderson foi novamente ordenado neste sábado. A ordenação ocorreu em sua casa em Madison, Wisconsin.
“Quem conhece Scott vê seu extraordinário dom de ministério, a sua capacidade de pregar a palavra, sua compaixão, sua humildade”, argumentou Jennifer Sauer, 41 anos, que frequentava a igreja de Anderson.
Durante entrevista recente, Anderson, 56 anos, lembrou que omitiu sua sexualidade de 1983 a 1990, quando renunciou ao ministério após um casal descobrir que ele era gay.
“Esse foi realmente o melhor e o pior momento da minha vida”, declarou Anderson. “Foi o melhor porque eu era capaz dizer, pela primeira vez, quem eu era. Mas havia também a tristeza de deixar o que eu amava.”
A Ordenação do pastor Scott na Igreja Presbiteriana foi aceita após anos de debate sobre a permissão de ministério para gays. A nova constituição da igreja prevê a aceitação de homossexuais.
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